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O PERIGOSO CYBERBULLYING VIROU MODA

Cyberbullying é o nome dado aos crimes cometidos pela internet. É quando alguém resolve denegrir a imagem de uma pessoa passando-se por ela, caluniando-a, difamando-a ou causando danos morais, pessoais, profissionais e psicológicos. A última moda agora é criar perfis falsos de terceiros no orkut. Isso é crime, tem como ser descoberto, há leis no Brasil pra isso e dá cadeia. Confira o vídeo "Perfis falsos no orkut acabam em cadeia" na parte inferior deste blog ou clique aqui.

17 Outubro, 2011

Por que você quis ser Jornalista? A Gramática, a ética e a responsabilidade social




Certo dia estava indo para a faculdade e ao entrar no ônibus universitário a Glória, antes mesmo de me dar “oi”, me indagou abruptamente: “por que tu escolheste o Jornalismo como profissão?”. Sentei ao lado dela e respondi: “Bem, eu amo ler e escrever. Além disso, vendo tanta injustiça, sempre quis ajudar a sociedade de alguma forma, principalmente com a população que não tem voz nem vez e no Jornalismo posso ajudar os cidadãos, fazendo assim alguma justiça social, aproveitando a pressão da mídia e a exposição dos fatos”. A Glória esboçou um grande sorriso e me entregou uma revista, não lembro qual. Nela havia uma reportagem sobre a profissão de jornalista. O texto começava assim: “Pergunte a qualquer jornalista o que o motivou a escolher a profissão. Além de responder que adoram ler e escrever, não serão poucos os que dirão que foram movidos por certo senso de justiça”. 

Pois é, Jornalismo é dom. E dom inato. Tudo começou em 1989, quando eu tinha 11 anos de idade. Meu pai sempre foi assinante da Zero Hora e todos os dias eu esperava ansiosamente a hora do almoço, pois ele chegava do trabalho com a Zero Hora em mãos. Todos os dias a mesma briga: minha mãe gritando para que eu fosse almoçar e eu pedindo que esperasse, pois tinha que ler o jornal. E lia “de cabo a rabo”. Mas o que me prendia eram as notícias sobre casos de impunidades, de injustiças e de denúncias que ganhavam publicidade nas páginas do jornal. Eu elegia as melhores “manchetes” e corria para TV, a fim de assistir a repercussão. 

No dia seguinte o ritual se repetia e eu procurava nas páginas da Zero Hora a continuidade do caso que havia lido no dia anterior e novamente corria à frente da TV, vibrando com os casos que haviam sido solucionados (fosse um crime ou um simples problema de saneamento ou calçamento em um bairro) que beneficiasse a população. 

Comecei então a recortar e guardar as principais notícias e os cadernos especiais que a Zero Hora fazia dos mais variados assuntos. Até hoje tenho toda a coleção de jornais que juntei desde aquela época. Meu pai, percebendo meu interesse, me chamou um dia até o quarto dele e retirou do guarda-roupa uma pasta. Nela estavam recortes de jornais antigos com vários assuntos interessantes e históricos, como uma reportagem beeeeem antiga sobre o Titanic. Ele me mostrou um por um, enquanto meus olhos brilhavam, e por fim, me entregou a pasta dizendo: “É para tua coleção, guarde e faça bom proveito”. A partir daí cada coisa interessante que saia no jornal ele se antecipava e separava para mim.

Quando chegou a hora do vestibular não titubeei: “quero ser jornalista e me formar na Unisinos”. Fiz um único vestibular, pois se não passasse para Jornalismo, e na Unisinos, não queria outro curso, nem outra universidade. 

Mas por que esse assunto agora? É que para ser Jornalista não basta cursar faculdade, tem que nascer jornalista. Que fique registrado, porém, que sou totalmente a favor do diploma. O Jornalismo é mais que uma profissão, é um estado de espírito. E ver jornalistas ostentando um diploma do qual não são merecedores, me causa indignação e fere meu senso de justiça. Da mesma forma que não admito ver um médico que se recusa a salvar vidas, um advogado que age fora da lei ou uma babá que maltrata crianças não admito jornalistas que não honram a profissão. Tenho visto ‘colegas’ que só visam fama e status, que só querem aparecer e ter seu nome conhecido. Ora, como disse um professor que me deu aula na faculdade, quem quiser ser famoso e aparecer na TV que coloque uma roupa bem curtinha e vá rebolar no É o Tchan. Quem quer teu seu nome conhecido em todo país que pose nu para uma revista, mas não use uma profissão tão digna para fins próprios. A missão do Jornalismo é servir à sociedade e, mais do que informar, tem que formar e educar cidadãos: a maior missão do Jornalismo é praticar a responsabilidade social. 

E por falar em educar, se depender de alguns ‘colegas’ da imprensa escrita a população não terá nenhuma ajuda com a gramática. No início deste artigo contei um fato que ocorreu comigo, quando minha amiga me entregou uma revista onde havia uma reportagem sobre o que leva alguém a cursar Jornalismo. Além do papel cívico, um jornalista tem que, no mínimo, amar ler e escrever. E se ele ama ler e escrever conhece muito bem a gramática da língua pátria. Começa por aí.  O primeiro requisito dos mais básicos para quem tem verdadeiramente o dom jornalístico é o dom de lidar com as palavras, é o amor por elas e a facilidade em colocá-las no papel. Não acredito na vocação jornalística de quem não sabe escrever. Além do mais, os jornalistas têm muita credibilidade: se um jornalista disse é porque é verdade, se um jornalista escreveu assim é porque está correto. E aí? Vai ensinar o povo a escrever errado?

Um ‘jornalista’ que não conhece as mais básicas das regras gramaticais, como a que diz que não se separa com vírgula o sujeito do verbo, está se aventurando pela profissão. Ah, mas então quer dizer que um jornalista não pode errar? Sim, pode! E erra, se engana, comete falhas, mas daí você sabe que foi um caso isolado, um erro de digitação, a pressa. O que vejo, porém, são sucessivos e inadmissíveis erros. Sim, a língua portuguesa é complicada. Mas não para um jornalista que realmente nasceu para a profissão. Desculpem-me a expressão, mas quando leio um texto cheio de erros tenho vontade de fazer o ‘jornalista autor’ comer a página! Pior que isso é que conheço pessoas que além de serem jornalistas são professores de português e não dão uma dentro! Aí é de doer e pensar no porquê a educação do país está como está.

Para finalizar, jornalista de verdade não manipula informações. O que vejo de ‘colegas’ distorcendo e omitindo verdades para fins próprios, e principalmente lucrativos, é de doer na alma. Sei que a imparcialidade jornalística é mito, pois somos seres humanos e temos nossas opiniões e preferências. Porém, mentir descaradamente, distorcer e passar informações falsas para se vingar de alguém, extorquir alguém ou conseguir benefícios para si é inadmissível. Pior que vi uma jornalista respondendo uma pergunta de um cidadão e mentindo descaradamente para se vingar de políticos com quem ela trocou votos por um emprego que não veio. Isso é uma questão de má índole, de falta de caráter, de escrúpulos e um verdadeiro jornalista, aquele que nasceu com dom para a profissão, jamais a mancharia com atitudes tão vis. 

Enfim, além dos aventureiros, os que se auto-intitulam jornalistas sem nunca terem passado por uma universidade, temos que agüentar também os que ostentam um diploma sem fazer jus a ele. É urgente que se crie um Conselho Federal de Jornalismo para regular essas ações. Assim como médicos, advogados e tantos outros profissionais perdem suas credenciais por não exercerem dignamente suas profissões, jornalistas e pseudo-jornalistas precisam ser fiscalizados ou a profissão perderá seu prestígio e seu verdadeiro objetivo.

23 Agosto, 2011

Projetos de leis foram aprovados após decisão do STF, que acaba com a obrigatoriedade


Pelo menos um Estado e três cidades já exigem diploma de jornalista para contratação de funcionários em órgãos da administração pública. O Rio Grande do Sul, Natal (RN), Belo Horizonte (MG) e Maceió (AL) aprovaram recentemente projetos de lei nesse sentido, quase um ano após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que acabou com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão.


A capital do Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), a Bahia e o Mato Grosso do Sul têm projetos de lei em tramitação.


O presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, afirma que a decisão dos sistemas públicos não entra em conflito com a do STF.


- O Supremo não decidiu obrigar as instituições a contratar pessoas sem diploma, apenas autorizou essa possibilidade. Os empregadores têm a liberdade de escolher profissionais com formação específica ou não.


De maneira geral, os novos projetos de leis preveem contratação de jornalistas diplomados em cargos da administração direta, indireta e comissionados.


O ex-deputado Sandro Boka (PMDB-RS), autor do projeto no Rio Grande do Sul, avalia que a decisão do STF foi um erro e que é necessário “qualificar o serviço público”. A governadora Yeda Crusius (PSDB) chegou a vetar a proposta, mas a assembleia conseguiu reverter o resultado, por 35 votos contra três. A lei foi promulgada no dia 26 de maio.


Já em Natal (RN), a lei foi aprovada por unanimidade na Câmara e sancionada pela prefeitura em abril. Para o atual secretário de Educação de Natal, Edivan Martins (PV-RN), autor do projeto, a contratação de diplomados não fere a liberdade de imprensa.


- É uma questão de valorização da formação e do diploma. O importante é que os órgãos públicos ofereçam informações de qualidade.


O deputado estadual Pedro Teruel (PT-MS) defende que os Estados e municípios aprovem iniciativas do tipo para aproveitar a grande quantidade de recém-formados em jornalismo. Segundo ele, a contratação de profissionais sem diploma seria interessante em casos de falta de pessoas qualificadas. O Censo do Ensino Superior de 2008, feito pelo MEC (Ministério da Educação), mostra que mais 27 mil estudantes se formaram em cursos de jornalismo.


O projeto de autoria de Teruel, que, assim como os outros, inclui a exigência do diploma nos editais de concurso, foi aprovado por unanimidade na assembleia de Mato Grosso do Sul e aguarda análise do governo.



Mercado de trabalho



Em janeiro deste ano foi aprovado o projeto de lei que obriga diploma nos Poderes Executivo e Legislativo de Belo Horizonte (MG), de autoria dos vereadores Adriano Ventura (PT-MG) e Luzia Ferreira (PPS-MG).



Ventura espera que cidades do interior de Minas também aprovem projetos para exigir a contratação de servidores com diploma.



- A situação no interior é mais complicada, já que há poucos profissionais qualificados atuando na área. Com a lei, é todo um novo mercado que se abre para os recém-formados.




Processo



Embora muitos digam que as novas legislações estaduais e municipais não entram em conflito com a decisão do STF, o presidente do sindicato de jornalistas de São Paulo, José Augusto Camargo, afirma que alguns casos podem ir parar na Justiça - e que o resultado dependerá da interpretação do juiz.



Em Curitiba (PR), um candidato sem diploma passou em primeiro lugar em um concurso para o cargo de assessor de imprensa da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Como a seleção exigia o diploma, ele foi impedido de tomar posse. O candidato entrou, então, na Justiça para conseguir a nomeação, com base na decisão do STF.



Em fevereiro deste ano, a 4ª Vara Federal de Curitiba negou o pedido do candidato. Em abril, saiu a sentença final e o mandato de segurança foi julgado como improcedente. O profissional já entrou com recurso contra a decisão.


 
 
Por Amanda Polato
Portal R7



OBS.: É A FORMA MAIS EFICIENTE DE DIFERENTES INSTÂNCIAS DO ESTADO BRASILEIRO DIZEREM COM TODAS AS LETRAS: O STF ERROU NA DECISÃO DO LIBEROU GERAL.

RS, Natal, BH e Maceió passam a exigir diploma de jornalista em concursos

Projetos de leis foram aprovados após decisão do STF, que acaba com a obrigatoriedade


Pelo menos um Estado e três cidades já exigem diploma de jornalista para contratação de funcionários em órgãos da administração pública. O Rio Grande do Sul, Natal (RN), Belo Horizonte (MG) e Maceió (AL) aprovaram recentemente projetos de lei nesse sentido, quase um ano após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que acabou com a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão.

A capital do Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), a Bahia e o Mato Grosso do Sul têm projetos de lei em tramitação.



O presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, afirma que a decisão dos sistemas públicos não entra em conflito com a do STF.



- O Supremo não decidiu obrigar as instituições a contratar pessoas sem diploma, apenas autorizou essa possibilidade. Os empregadores têm a liberdade de escolher profissionais com formação específica ou não.



De maneira geral, os novos projetos de leis preveem contratação de jornalistas diplomados em cargos da administração direta, indireta e comissionados.



O ex-deputado Sandro Boka (PMDB-RS), autor do projeto no Rio Grande do Sul, avalia que a decisão do STF foi um erro e que é necessário “qualificar o serviço público”. A governadora Yeda Crusius (PSDB) chegou a vetar a proposta, mas a assembleia conseguiu reverter o resultado, por 35 votos contra três. A lei foi promulgada no dia 26 de maio.



Já em Natal (RN), a lei foi aprovada por unanimidade na Câmara e sancionada pela prefeitura em abril. Para o atual secretário de Educação de Natal, Edivan Martins (PV-RN), autor do projeto, a contratação de diplomados não fere a liberdade de imprensa.



- É uma questão de valorização da formação e do diploma. O importante é que os órgãos públicos ofereçam informações de qualidade.



O deputado estadual Pedro Teruel (PT-MS) defende que os Estados e municípios aprovem iniciativas do tipo para aproveitar a grande quantidade de recém-formados em jornalismo. Segundo ele, a contratação de profissionais sem diploma seria interessante em casos de falta de pessoas qualificadas. O Censo do Ensino Superior de 2008, feito pelo MEC (Ministério da Educação), mostra que mais 27 mil estudantes se formaram em cursos de jornalismo.



O projeto de autoria de Teruel, que, assim como os outros, inclui a exigência do diploma nos editais de concurso, foi aprovado por unanimidade na assembleia de Mato Grosso do Sul e aguarda análise do governo.





Mercado de trabalho



Em janeiro deste ano foi aprovado o projeto de lei que obriga diploma nos Poderes Executivo e Legislativo de Belo Horizonte (MG), de autoria dos vereadores Adriano Ventura (PT-MG) e Luzia Ferreira (PPS-MG).

Ventura espera que cidades do interior de Minas também aprovem projetos para exigir a contratação de servidores com diploma.



- A situação no interior é mais complicada, já que há poucos profissionais qualificados atuando na área. Com a lei, é todo um novo mercado que se abre para os recém-formados.





Processo



Embora muitos digam que as novas legislações estaduais e municipais não entram em conflito com a decisão do STF, o presidente do sindicato de jornalistas de São Paulo, José Augusto Camargo, afirma que alguns casos podem ir parar na Justiça - e que o resultado dependerá da interpretação do juiz.



Em Curitiba (PR), um candidato sem diploma passou em primeiro lugar em um concurso para o cargo de assessor de imprensa da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Como a seleção exigia o diploma, ele foi impedido de tomar posse. O candidato entrou, então, na Justiça para conseguir a nomeação, com base na decisão do STF.



Em fevereiro deste ano, a 4ª Vara Federal de Curitiba negou o pedido do candidato. Em abril, saiu a sentença final e o mandato de segurança foi julgado como improcedente. O profissional já entrou com recurso contra a decisão.

18 Julho, 2011

Jornalistas realizam ato em defesa do diploma na Esquina Democrática, em Porto Alegre


Desembargador debate sobre a responsabilidade legal do jornalista


Até onde o jornalista tem liberdade para divulgar uma informação sem deixar de lado a sua responsabilidade legal e social. Essa questão foi o tema central do Bate-papo Jornalístico com o desembargador e jornalista diplomado Túlio de Oliveira Martins. O encontro, promovido pela Delegacia Regional do Vale dos Sinos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, aconteceu no auditório do Jornal NH do Grupo Editorial Sinos em Novo Hamburgo.
Presidente do Conselho de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do RS, Martins destacou “eu penso que o Brasil tem uma democracia muito jovem. Seria importante que tivesse uma boa lei de imprensa com algum detalhamento para o exercício dos profissionais”. O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, José Maria Rodrigues Nunes lembra o vácuo jurídico em que o país se encontra após o fim da Lei de Imprensa, extinta em abril de 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante o Bate-papo, na tarde de ontem, além de esclarecer dúvidas sobre a responsabilidade legal e social do jornalista e trazer exemplos práticos sobre o assunto, Martins defendeu a importância da exigência do diploma profissional para o exercício do jornalismo.


11 Setembro, 2010

TRT suspende sindicalização e carteiras de não-jornalistas

Em fevereiro último, o juiz Rafael da Silva Marques, da 29ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, concedera liminar em Mandado de Segurança obrigando o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul a filiar duas pessoas não formadas em Jornalismo, o bacharel em Direito Edwin Rudyard Wolff Dick e a médica Elisete Pereira de Souza. Nesta quarta-feira, 8 de setembro, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, por unanimidade de votos, publicou acórdão tornando sem efeito a decisão anterior.



"É uma vitória para a categoria, e fortalece as PEC pró-jornalistas para chegarem ao plenário do Congresso Nacional", comemora o presidente do Sindicato, José Maria Rodrigues Nunes. "Segundo o Supremo Tribunal Federal, todos podem exercer a profissão de jornalista, mas no nosso entender nem todos são jornalistas - somente os diplomados. E a sindicalização e a carteira de jornalista jamais foram requisitos para exercer a profissão", explica.



O presidente da entidade viu o mandado de segurança como uma interferência jurídica dentro do associativismo, inadmissível em um país onde todos têm direitos sociais. "Conceder carteira a quem não é jornalista profissional banalizaria um documento civil com validade nacional, permitindo seu uso impróprio", aponta.



Para o advogado do Sindicato, Antonio Carlos Porto Junior, é a primeira decisão importante do TRT sobre um tema polêmico e problemático, que ajuda a desfazer a má interpretação entre trabalhar no Jornalismo e ser jornalista. "Foi decidido pelo STF que o Jornalismo pode ser exercido por quem não é bacharel, sendo possível trabalhar no Jornalismo sem ser jornalista, mas isso nao faz a pessoa jornalista. Ao mesmo tempo, não pode haver sindicalização compulsória, e vale para ambos os lados. O Sindicato é de bacharéis em Jornalismo, e não pode ser obrigado a aceitar quem não é bacharel", explica Porto.



Agora, as carteiras expedidas para Dick e Elisete deverão ser recolhidas. "Ao conferir carteira de jornalista a quem não seja bacharel, está se cometendo uma ilegalidade brutal", declara o advogado.

Fonte: JusBrasil

30 Junho, 2010

Segundo o "Tijoladas" filho de Sérgio Sirotsky estupra menina de 14 anos

O Tijoladas (www.tijoladasdomosquito.blogspot.com/) acaba de receber essa carta de mães de alunos do Colégio Catarinense:

Filho de Sérgio Sirotsky estupra menina de 14 anos



Caros leitores,

Estamos nos dirigindo a vocês, por ser nosso único meio de comunicação ainda livre de controle da informação falada e escrita, especialmente para o nosso caso de Florianópolis onde o domínio é total pela RBS que controla tudo.



Somos um grupo de mães do tradicional Colégio Catarinense de Florianópolis. É de conhecimento geral de que se trata de um colégio no qual estudam os filhos das famílias mais tradicionais, influentes e ricas de nossa Cidade, ou seja, a chamada “elite” Florianopolitana. Neste momento em que escrevemos isso estamos profundamente envergonhadas, pois este colégio está se tornando uma escola formadora de alunos pedantes, arrogantes, sem escrúpulos, sem noção do que é certo ou errado, pois esta escola está travestida de uma impunidade para os atos de seus alunos de pais influentes.



- Já não bastassem que há anos existam drogas circulando pelas dependências da escola, trazidas e servidas pois filhos de pais influentes;



- Já não bastassem que há anos acontece de tudo nas dependências da escola, como cheirar, fumar todos os tipos de fumo, transar, bater e intimidar os mais fracos;



- Já não bastassem as gangues famosas do Catarinense ameaçando os próprios alunos que não fazem parte, ou andando pela cidade ameaçando alunos de outras escolas, ou nas baladas cantando de galos, ou lutando entre si até sangrarem como já apareceu na TV;



Como se isso não bastasse, sem que nós pais pouco ou nada pudéssemos fazer junto a Direção do Colégio para que tomassem uma atitude com essa permissividade absurda que estava crescendo nas dependências da escola, principalmente em relação a esses filhos dessa elite maldita de nossa Cidade, agora temos um estupro de uma de nossas adolescentes. Isso mesmo, uma aluna do Colégio Catarinense foi brutalmente estuprada por três colegas, igualmente com 14 anos cada e colegas do mesmo colégio.



Tomamos essa medida de contar esta história que aconteceu há poucos dias (hoje é 28/06/2010), mas que está sendo abafada pela imprensa, porque um dos alunos estupradores é o filho de 14 anos do Sr. Sérgio Sirotsky, um dos Diretores da RBS TV e o outro é o Bruno, filho de um Delegado de Polícia da Cidade. O outro aluno ainda não conseguimos levantar. Quanto ao nome da adolescente, não divulgaremos a pedido da família que está em choque. O que podemos divulgar é que a garota fez o exame de corpo de delito e o processo esta correndo em sigilo (o sigilo não foi pedido pelos pais da garota e sim pelo Delegado e pelo Sr. Sérgio Sirotsky pra preservar os delinqüentes e estupradores de seus filhos).



O caso ocorreu porque a menina terminou o namoro com o filho do Delegado, aí os amigos resolveram se vingar da garota. Encontraram com ela no Shopping Beira Mar, colocaram alguma droga na sua bebida (parece que foi a droga Boa Noite Cinderela) e a levaram para o apartamento da Mãe do filho do Sérgio Sirotsky que fica bem próximo ao Shopping Beira Mar. No quarto do garoto, os três estupraram a garota de todas as maneiras possíveis, até introduziram um controle remoto na vagina. Quando estavam estrangulando a garota, a mãe (ex mulher do Sérgio Sirotsky) entrou no quarto. Disseram que em princípio, e acreditamos que sim, pois deve ter sido uma cena grotesca e inimaginável para qualquer pai ou mãe, teve um ataque e bateu muito nos garotos e principalmente no filho. Porém passado o choque inicial, ela deve ter pensado nas conseqüências terríveis do ato de seu filho e resolveu protegê-lo. A garota ainda estava desacordada, então ela vestiu a menina, enrolou um cachecol em volta de seu pescoço para esconder as marcas e ligou para a mãe da menina dizendo: “Venham buscar sua filha, pois sabe como são esses adolescentes, fizeram uma festinha aqui em casa na minha ausência, andaram bebendo e se passando, ela está meio bêbada e caindo pelas tabelas.” Os pais foram buscá-la e a levaram para casa desacordada, porém aos poucos ela foi acordando e começou um choro desesperado e a falar coisas desconexas beirando ao histerismo. A mãe apavorada com o comportamento da filha, tentando acalma-la e ao tirar o cachecol viu as marcas no pescoço da filha em choque sem saber o que pensar ou dizer levaram imediatamente a filha ao médico e lá chegando o mundo foi caindo para esta família. Depois do médico foram orientados a ir a Polícia e a fazer o exame de corpo e delito.



Desnecessário dizer que os pais da garota receberam o telefonema do todo poderoso da RBS para que resolvessem esse “problema” e forma discreta, pois a final era o futuro de “seus” filhos que estava em jogo.



Pergunta: Qual futuro está em jogo???? Da garota estuprada ou dos garotos estupradores?????



Resposta: A garota irá sofrer muito com certeza e juntamente com toda a sua família, mas irá superar porque o mal não está com ela. Agora, esses garotos estupradores e quase assassinos, porque se a mãe não tivesse chegado a tempo eles teriam matado a menina, esses não têm mais jeito, esses estão marcados pro resto da vida têm que ser punidos, pois se não forem continuarão a fazer isso com outras meninas respaldados por essa impunidade garantida pelos seus pais poderosos.



Divulguem isso por favor, nos ajude a impedir que mais essa aberração desses garotos passe impune. Que aliás não é a primeira vez que esses garotos aprontam, são uns delinquentes, prodígios de bandidos.



Assinado: Mães indignadas do Colégio Catarinense


Crime bárbaro – Mídia podre



Menina estuprada esteve internada no Hospital Infantil de Florianópolis. Até controle remoto de TV foi usado no ato criminoso.







O Boletim de ocorrência está registrado, o crime acobertado.


 
RETIRADO DO BLOG: TIJOLADAS DO MOSQUITO

31 Maio, 2010

Procura por curso de jornalismo cai em faculdades

Relação candidato/vaga diminui nas públicas; possível causa é o fim do diploma obrigatório

 
Conforme informações do site R7 a procura por curso de jornalismo caiu em faculdades e universidades do país, como as paulistas USP e Unesp e UFPR, do Paraná, sendo que outras estão na expectativa devido as inscrições para o vestibular ainda estarem abertas. Este é o caso de faculdades como PUC-SP, Cásper Líbero e Mackenzie. Um dos motivos para a queda no índice de vestibulandos de Jornalismo seria o fim da obrigatoriedade do diploma.

José Coelho Sobrinho, professor do curso de jornalismo da USP acredita que uma das causas é a decisão do Supremo Tribunal Federal de abolir o diploma como obrigação para exercer a profissão:

 
- O jornalismo esteve na berlinda este ano. [O fim do diploma] Pode ter feito algumas pessoas pensarem: “Por que eu vou fazer este curso?”.

Só na USP a queda pela procura do curso foi de 12% de 2009 para 2010. Na UNESP a queda foi de 10% e na Federal do Paraná, 20%.

A notícia veiculada pelo portal R7 não é nenhuma novidade. Ao abolir o diploma o STF bateu o martelo contra a educação no país, mais do que contra a qualidade e credibilidade da informação.

Mas, em um país capitalista de terceiro mundo, com alto índice de pobreza e analfabetismo, onde o presidente semi-analfabeto prefere queimar milhões de exemplares de livros didáticos e reformar a língua pátria ao invés de investir na Educação, tudo é provável.



Rapidamente...

Sobre o governo Lula


Antes de começar quero salientar que fui petista por muitos anos, até virem a tona os escândalos envolvendo o partido e a estranha falta de audição e visão do presidente, quando chorando, não pelo PT, mas pelas ideologias que com ele eu alimentava, joguei fora todas as minhas estrelas. Errar é humano, mas insistir no erro é burrice, já diz o ditado popular.

Esses dias conversei com um petista fanático sobre o governo Lula. Ele me passou a empolgada informação de que o governo petista está atendendo muito bem a população carente do país, e uma das provas disso seria o aumento do número de beneficiados pelo Bolsa Família. Esse dado só prova o aumento do índice de necessitados e nenhum abono trás para o governo brasileiro. Quanto mais famílias dependerem do tal programa, significa que a pobreza só vem aumentando.

O correto e esperado para o sucesso da administração federal e progresso do país seria a diminuição do número de dependentes do Bolsa Família, denotando mais autonomia financeiro do povo em relação ao governo. A surdez e falta de visão do presidente é contagiosa.

Convenhamos...

27 Maio, 2010

Comissão Especial da PEC dos Jornalistas é instalada na Câmara dos Deputados



A Câmara dos Deputados instalou nesta quarta-feira (26/05), a Comissão Especial encarregada de emitir parecer sobre a Proposta de Emenda Constitucional 386/09, a PEC dos Jornalistas. O prazo para emendas à PEC está aberto a partir desta quinta-feira. A expectativa é de que o parecer sobre a proposta seja apresentado no máximo até o dia 24 de junho.

A PEC 386/09, de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT/RS), teve sua admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara em novembro de 2009. Desde este período a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma, integrada por deputados e senadores de diversas siglas, esforça-se para acelerar a tramitação da matéria. No início de maio, em contato com o autor da PEC e com o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), comprometeu-se em acelerar a instalação da Comissão Especial.

Na reunião de instalação ocorrida na tarde desta quarta-feira, no plenário 14 da Câmara, foram definidos o presidente e os três vices da Comissão Especial, deputados Vic Pires (DEM/PA), Rebecca Garcia (PP/AM), Francisco Praciano (PT/AM) e Coubert Martins (PMDB/BA), respectivamente, como também o relator da matéria, o deputado Hugo Leal (PSC/RJ). Embora o relator tenha o prazo de até 40 sessões para emitir parecer sobre a matéria, um acordo de lideranças estabeleceu o prazo de 10 sessões para que isto ocorra. O relator pretende fazê-lo até o dia 24 de junho.

Com o prazo de emendas à PEC já aberto, cada parlamentar que desejar apresentar alguma proposta de alteração no texto original precisará do apoio de pelo menos 171 deputados. A Comissão Especial tem nova reunião agendada para o dia 1º de junho (próxima terça-feira), para traçar um plano de trabalho e aprovar requerimentos de audiências públicas sobre a exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo.

Fonte: Fenaj

PERFIS FALSOS NO ORKUT ACABAM EM CADEIA!